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PROMOÇÃO para RoodBoss DownBeat com King Stitt

No sábado, dia 08/10/2011, Beagá será marcada pela apresentação do pioneiro/lendário deejay jamaicano KING STITT. Para ficar ainda mais fácil de ir, o RoodBoss está fazendo uma promoção relâmpago. De hoje até amanhã os primeiros compradores pagarão apenas R$ 15,00. Então não fique parado, corra e garanta a entrada para o show. Acesse: http://roodboss.com/ugly15 – o pagamento pode ser feito através de boleto, cartão de crédito e transferência online, todas as opções para satisfazer a todos.

Em breve mais informações sobre o RoodBoss Downbeat com o King Stitt, aqui no Beagá Ska.


RoodBoss Downbeat {KING STITT} (Facebook)
  • Sábado, 08/10/2011 das 22 às 06h
  • Mercado das Borboletas (Mercado Novo) – Av. Olegário Maciel 742, 3º piso – Belo Horizonte, Brazil / Estacionamento no local
  • Ska, Rocksteady, Reggay, Lovers, Dubwise, Dancehall, Rub-a-dub, etc.
  • PROMO $15, 1º lote $20, 2º lote $25, 3º lote $30 (compra online em http://roodboss.com)

Pequena Morte – Defenestra! [2011]

É com grande felicidade e satisfação que faço esse post. Soltaram hoje (ou pelo menos eu só vi hoje) o pré-lançamento do primeiro álbum da nossa queridíssima banda mineira de Ska, Carnaval e Alegria, a Pequena Morte. Intitulado DEFENESTRA!, conta com 10 faixas bem conhecidas dos belorizontinos em formato de estúdio. Está SENSACIONAL! Escutem na integra no site da banda:

http://pequenamorte.com.br

PS.: Eu ia colocar o player no blog, mas o site está bonito e merece ser visto ;)

R.I.P. Sonia Pottinger (1931-2010)

Notícia “velha” mas que deve ser anunciada.

Morreu no dia 3 de novembro de 2010 a primeira produtora jamaicana Sonia Pottinger. O falecimento começou por “boatos” no twitter, foi até mencionado pelo pessoal do Y&M, e mais tarde no dia houve confirmação através de notícias vinculadas nos principais jornais jamaicanos como o Jamaica Observer e Jamaica Gleaner.

Pottinger casou-se com o produtor musical Lyndon Pottinger e em 1965 começou a seguir os passos do marido, abrindo sua lojinha Tip Top Records. No ano seguinte a abertura da loja, passou a produzir músicas pelo seu label Gay Feet. Seu primeiro release foi o single “Every Night” by Joe White & Chuck. Ela trabalhou até meado dos anos 80, participando com ênfase nas primeiras produções jamaicanas (ska, rocksteady e early reggae eras) através dos labels Tip Top, Rainbow, High Note, além do Gay Feet, já mencionado. Artistas como Toots & The Maytals, The Ethiopians, The Melodians, entre vários outros foram produzidos por ela. Na década de 70 após a morte de Duke Reid, Pottinger adquiriu o catálogo da Treasure Isle.

Sonia morreu aos 79 anos de idade e sofria de mal de alzheimer.

Triste notícia e grandes perdas recentes. Já não bastava a morte de Gregory Isaacs agora está notícia.

links

Relatos da Virada

Estive na Virada Cultural e Ilegal, que aconteceu em São Paulo, este final de semana que passou. O balanço final foi: consegui assistir Booker T, The Temptations Experience e Big Youth, além de curtir e discotecar na Virada Ilegal com o Jurassic Soundsystem e convidados.

SHOWS

1º Booker T: o show deixou a desejar, mas não pela apresentação e sim pela produção. O palco do Boulevar São João, pelo menos na madrugada de sábado para domingo (pode ser que tenham melhorado no decorrer do evento), estava uma merda! O som estava baixo, não estava regulado e ninguém fazia nada para consertar. Por exemplo, no show do Booker T parecia que o teclado estava mais baixo que a banda, o som ficava meio abafado, ainda mais quando o guitarrista começava a solar loucamente. Não sei dizer se era proposital o fato do teclado ficar mais baixo que o resto da banda, mas como o show era do Booker T, acho que o teclado era o principal da apresentação, sem contar que a sonoridade do Hammond é maravilhosa. Em uma escala de 1 a 10 eu daria nota 6 ao show.

2º The Temptations Experience: na sequência, no mesmo palco,  o show dos Temptations. Os problemas de produção continuaram, um dos microfones simplesmente não funcionava. É inaceitável a falta de um microfone, afinal o grupo tem como característa o doo-whop como estilo de vocal e o conjunto das vozes é fundamental para a apresentação. Apesar dos problemas, o show foi ótimo! A presença de palco dos integrantes é sensacional, dançando com seus ternos roxos e sapatos de couro, fazendo coreografias o tempo inteiro e sempre com sorrisos. Foi demais, mesmo com os defeitos da produção. O show foi curto, mas foi suficiente. Vários clássicos no repertório, como “My Girl”, “Get Ready” (abriu a apresentação), “Papa Was a Rolling Stone”, “I Wish it Would Rain” etc. Em uma escala de 1 a 10 eu daria nota 8 ao show.

O Experience no nome do grupo é porque este não é formado pelo membros originais e apenas Glenn Leonard (o mais a esquerda no vídeo abaixo) realmente passou pela banda como cantor principal de 1975 à 1983.

O áudio desse vídeo está ruim, mas a imagem está ótima

3º Big Youth: descansado, no segundo dia da Virada, show do Big Youth no palco da Barão de Limeira. Para ser breve, o show foi FODA! Velho maluco no palco, estiloso, dançando, pulando, batendo cabeça com os dreads, muito bom! O repertório eu não conhecia tanto, mas a música era boa e a presença de palco estava acima da média. Na apresentação, Jah Youth, como também é conhecido, cantou com o filho Tafari, que é cantor de rap. Foi jóia! Melhor do que descrever, é assistir. Em uma escala de 1 a 10 eu daria nota 9 ao show

VIRADA ILEGAL

Os trabalhos começaram na sexta com o ajuste do soundsystem. No sábado, esforço físico para carregar as “toneladas” de caixas até a Praça da Sé. Por volta de 18:00 já estava tudo pronto para ligar e às 20:00 o som foi ligado de fato. Algumas regulagens finais e tudo pronto. Foram 7 horas de música jamaicana. Discotequei no início com o Jurássico, representando o RoodBoss, até sair para assistir Booker T e Temptations. Voltei mais ou menos às 3:00 e o público tinha triplicado, a pequena rua Simpliciana estava lotada. Hail Him estava finalizando seu set e o Kulcha Sounds já havia tocado. Depois de alguns minutos que o Jurássico e o Sono assumiram novamente o som, houve uma confusão que lamentavelmente resultou no fim da festa. Não entendo como que as pessoas não valorizam o trabalho dos outros, gasta-se dinheiro, tempo e esforço, para fazer um evento legal, cultural e alguns poucos conseguem estragar a diversão de muitos. Apesar do que houve, foi ÓTIMO e para quem perdeu a Virada, só lamento, rs!

R.I.P. Sid Bucknor

Morre em Londres Sid Bucknor.

O nome não soa familiar, mas este jamaicano ajudou por tras dos tunes e produziu com inumeros artistas e inumeras músicas. Ele morreu no dia 9 de maio, domingo passado, de cancer no hospital St. Charles.

Bucknor foi produdor, engenheiro de som e compositor. Migrou para a Inglaterra na década de 70  e atribui-se a ele muita da evolução da música jamaicana, passando pelo Ska, Rocksteady e Reggae. Na Jamaica, trabalhou nos principais estúdios: Studio One, Channel One, Dynamics, Federal, Treasure Isle, Harry J, Randy’s King Tubbys, Joe Gibbs etc. A lista de artistas/bandas com quem produziu também é extensa: Bob Marley & The Wailers, gravou e mixou “Catch a Fire”, “Burning” e “Natty Dread”, Toots & The Maytals, Desmond Dekker, Alton Ellis, BB Seaton, Ken Boothe, John Holt, Bob Andy etc.

Uma perda significativa para a música jamacaina! R.I.P.

Mais informações (em inglês):


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