Althea & Donna – Uptown Top Ranking (1978)

“Nah pop no style, a strictly roots…”

O hit lançado em 77 e com produção de Joe Gibbs, ficou no top #1 da parada londrina em fevereiro de 78. Em 78 sai o álbum acima. Classico da época e super tocado na BBC de londres pelo Dj John Peel.

Ta sendo meu disco favorito do verão. Não paro de ouvir. Recomendo.

Novo Download

Jeremy Taylor – Reggae Interpretation Of Kind Of Blue (2009)

Reggae e Jazz juntos ao mesmo tempo sem se misturar.

Jeremy Taylor é um professor de musica da NYU, e no fim dos anos 70/ início dos 80, começa uma pesquisa sobre a musica Jamaicana. Após várias idas a Ilha,  recruta uma leva de músicos locais e na primavera de 81 começa a gravar essa pedra. Durante mais de 20 anos esse registro só era conseguido em fitas k7 pirata. Em 2009 foi lançado um álbum em comemoração dos 50 anos do clássico “Kind of blue”de Miles Davis. O clima do disco é impressionante. Ele consegue passar o tom do trompete de Miles e deixa de fundo o clima reggae com guitarra marcante, baixo aDUBado e percursão caribenha. Altamente recomendado pra momentos de relax.

Baixe aqui essa pedra (retirado de http://undergroundundercovered.blogspot.com)

ska jazz mixtape

Preparei uma mixtape juntando jamaicanos dos anos 70 e brasileiros, alemães e franceses contemporâneos numa mixtape pro savassi jazz festival 2010. O festival desse ano inclui o “reggae” em sua grade musical. Mix tranquila pra baixar e escutar no carro ou em casa mesmo.

Baixe aqui.

pra quem estiver em são paulo.

1° JAMBOREE DE 2010

Na pista a Jurassic soundsystem seleciona all night os maiores clássicos da música jamaicana com novos tunes e muitas pedradas obscuras pra ‘reguero’ nenhum botar defeito. Tudo isso acompanhado no deejay número 1 de Sampa, Papa Neggo que fica a cargo do microfone a noite toda

No Palco Brasilites dá o ar da graça nesta primeira edição do ano. Pórem, desta vez com um novo set list baseado na era de ouro da música jamaicana, o ROCKSTEADY.
Eles preparam alguns covers do ritmo, além do seu tradicional ska mais do que competente.

No Lounge o seletor Ras Fael [roodboss BH]  mostra seu competente set de música jamaicana que passeia por diversas épocas e, de quebra, convida inumeros Mc’s para soltarem a voz no mic do lounge (incluindo algumas surpresas)

CCPC
06/02/2010

R. da consolação 1901 (Próx. ao metrô Consolação)
23 horas
12 reais lista (festajamboree@gmail.com)
15 reais porta

Serge Gainsbourg – Aux Armes et Caetera – 1979

Help the white man in Kingston.

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Aux armes et cetera é o décimo terceiro álbum de Serge Gainsbourg.

Reconhece-se que através deste álbum que o reggae tenha feito sua aparição na França.  Lançada no dia 1 de abril de 1979 no show “Top Club Sunday”.  Serge Gainsbourg foi então convidado pra muitos outros programas de televisão. Foi impactante a mistura de seu frances e o reggae.

Aux armes et Caetera Gainsbourg está na praia dub rocksteady juntamente com Sly and Robbie, Holt Flabba, Michael “Mao” Chung, Ansel Collins, I-Threes, Rita Marley, Marcia Griffiths e Judy Mowatt, Sticky Thompson, Leroy “Horsemouth” Wallace , e um monte de gente massa and a bunch of French folks playing puff-the-ganja and help the white man in Kingston.

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Baixe aqui essa pedrada.

disco dedicado ao ano da frança no brasil.

Aprenda a dançar ska em 4 passos.

Orquestra Brasileira de Música Jamaicana -OBMJ-ensina dançar ska em 4 passos.

Bem legal o vídeo.

Nina Hagen – african reggae

Nina Hagen, a bela namoradinha do papito supla nos anos 80, em um dub reggae bem curioso. Mistura de vários rítimos e a voz peculiar da Nina. vale a pena dar uma conferida.

Soundclash

Soundclash é uma disputa entre duas equipes de som na qual as armas são discos e dubplates Aconteceu alguns dias atrás em São Paulo o primeiro soundclash brasileiro . Muamba vs. Jurassic. A revista Trip foi conferir a primeira batalha de soundsystems, que rolou em São Paulo. As armas eram os discos, e a munição eram as pedradas jamaicanas.

Sente só:

No blog You & Me On A Jamboree você pode baixar o vídeo completo do soundsystem.

CALIPSO BRASIL

Nada de Chimbinha ou Joelma. Muito antes desse “calypso” que a televisão brasileira mostra frequentemente, o verdadeiro ritmo originário de Trinidad e Tobago, teve sua passagem pelo Brasil e permaneceu por pouco tempo em sua cadência original. Mas por outro lado, foi de grande importância e influência em outros ritmos brasileiros. A sequência a seguir é uma dessas pouquíssimas gravações de brasileiros tocando e cantando um calipso puro, sem influência de outros ritmos. As gravações variam de 1939 à 1960.

CALIPSO BRASIL (mulambada/music passport)

1. Marina – Albertinho Fortuna (1960)
2. Matilda – George Green e Cipo Conjunto
3. Meu Romance Laura – The Golden Boys (1958)
4. Lua Malvada – Gastão Formentti (1947)
5. Summertime – Lana Bittencourt
6. Havaí – Castro Barbosa – (1939)
7. Belo Rapaz (Handsome Boy) – Caly Campelo
8. Diana – Carlos Gonzaga (1958)

baixe aqui.

Fonte : mulambada.blogspot.com

NA RUA NA REDE NA TORA

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SELO VIRTUAL AZUCRINA RECORDS FAZ FESTIVAL DE LANÇAMENTO

No dia 4 de julho, sábado, acontece a partir do meio dia o festival de lançamento do selo musical Azucrina Records! com a apresentação de oito bandas e artistas de Belo Horizonte embaixo do viaduto Santa Tereza. Os shows começam ao meio dia e são gratuitos.
O festival contará com seletores do RoodBoos Sound System, Retrigger e as bandas FadaRobocopTubarão, Muda, Ü, Cães do Cerrado, Icollini e Hotel Tofu. Além da música o festival conta com a particição dos coletivos Pegada, Fórceps, Gato Negro, Barata Vegana e Mongoteca, representantes da música independente, dos ativismos cibernético e de liberação animal, da mão na massa e do escracho.

O AZUCRINA RECORDS!

O Azucrina Records! é a netlabel do coletivo-estúdio Azucrina!, onde convivem o visual, o sonoro e criatividades adjacentes. O trabalho do selo envolve o lançamento, divulgação e apoio a iniciativas musicais independentes.
Buscando entusiastas autónomos, experimentações, ousadias e estranhices, feitas com instrumentos musicais ou computador, sampleagem ou gravações de campo, a netlabel realiza parcerias que compartilham da vontade de fazer as próprias músicas, camisetas, posters, vídeos, livros, zines, blogs e mais.
Seja uma iniciativa pro-contracultural, vanguarda marginal, retaguarda pseudo-tropical, break-dinner-crust, ambiente-city-ghost ou qual for sua ramificação, partimos de menos expectativa e mais participação.

Oito atrações sobem ao palco armado debaixo do viaduto Santa Tereza apresentando ao público uma grande variedade de estilos e inventividades. Participam do festival Retrigger e seu break beat punk-surf-jungle; Muda e o experimentalismo inclassificável; o trio Hotel Tofu com folk e psicodelismos; os FadaRobocopTubarão e muito rock; Ü e suas esquisitices brasileiras; os Cães do Cerrado e o punk rock (do cerrado); a banda Iconili tocando improvisos experimentais psicodélicos e os Seletores do Rood Boss pondo diversão e ritmos jamaicanos nas caixas.

Além das bandas, bancas serão montadas para distribuição, reprodução e venda de lanches veganos, zines, discos, posters, camisas, livros, quadrinhos e muito mais. Esses materiais serão disponibilizados pelos coletivos Fórceps e Pegada, que atuam na produção e divulgação da música independente; Gato Negro, que trabalha em prol do veganismo e do direito animal; Barata Vegana e seus lanches baratos sem ingredientes de origem animal e Mongoteca, bom humor.

texto:overmundo


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